Qual amálgama, não apenas de ferros torcidos, mas também de culturas, filosofias, Mobil 1 e sabe-se mais o quê, o nosso amigo encontra-se no limbo situado algures entre o punknik, o pós-tuning e o proto-existencialismo.
Rebelde sem causas, não tem partido, clube ou religião, e ainda acredita que pode mudar o mundo. Se não puder, está-se a cagar. Despreza as várias instituições da sociedade burguesa (por desilusões sucessivas com a mesma), o amor (por desilusões sucessivas com a mesma), e os apoios de motor inferiores dos Fiat Uno.
Membro activo do Contigente, não de Bromley, mas da Buraca, tenta com a sua banda (os apropriadamente chamados Anarquia de Vanguarda) viver na Lisboa dos 2000 um pouco do Reino Unido no fim dos 70. E já agora, comer alguém (a sua androginia latente é, por vezes, confundida com uma vontade atroz de foder tudo o que lhe aparece à frente) e fumar umas brocas, se possível.
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